segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Finalmente chegou o final de ano...(direto aos pontos!)


Ooooba, finalmente chegou o final de ano! Que beleza, para quem gosta desta época. Para as Empresas, dependendo da área é chegada a hora de vender mais e mais, sempre em porcentagens maiores que o ano anterior, começando suas propagandas já m novembro ou até mesmo em outubro. Se cair as  vendas, daqui a pouco começarão as propagandas em setembro até chegar a fazer propaganda do Natal do ano seguinte já no Natal do ano corrente. Puro comércio.

Para outras tantas é a hora triste de pagar o 13o a esta gente que tem vida boa, os funcionários. Que pena que não podemos ter robôs! É, e vão vender para quem. Robô compra? Estamos longe disso. Robô inova, sem chance.

Em muitas, após um ano de tentativas de puxadas de tapete, algumas com sucesso pois é só este que a Empresa vê, brigas, conlúios, politicagem, quem derruba quem chega a festa de final de ano da Empresa. Tapinhas nas costas e tudo bem. Vamos dar uma trégua para a falsidade, sermos flexíveis e depois da festa a gente passa mais um ano brigando por posições, por departamentos, por salários, por status mas os objetivos da empresa mesmo, beeeemm isso é coisa de acadêmico, na cabeça de muitos.

Não tenho Espírito de Natal? Do jeito que está não tenho mesmo.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Em pleno 2012 as Empresas ainda não sabem prestar serviços!!

Era o ano de 1995. Em uma aula na graduação um professor deixou bem claro que as Empresas Brasileiras não sabem prestar serviço. Generalizado ou não, não interessa.

A verdade é que em pleno 2012 me lembro desta afirmação clara em minha mente. Me lembro e praticamente, durante estes anos como consumidor de diversos tipos de serviços é a afirmação que mais é resgatada, pois me deparo com péssimos prestadores de serviços.

Mas o que é um péssimo ou bom prestador de serviços? A linguagem humana é considerada imprecisa em alguns momentos, mas isso é outro assunto, o que importa é definir o bom e péssimo fornecedor:

  1. Pode-se tomar alguns conceitos da qualidade (ISO por exemplo), CRM (Marketing), administração e outras;
  2. Um bom fornecedor é aquele que, basicamente:
    1. Cumpre os prazos acordados com o cliente. Isso por sí só já define uma boa relação, de cliente para cliente;
    2. Entrega o produto e/ou serviço que o cliente adquiriu, nem mais nem menos. Mais é bem vindo sempre e isso não tem relação com a "Lei de Gerson" por parte de nenhum dos lados, desde que não gere custo ao cliente ou seja de comum acordo;
    3. Pontualidade nas entregas;
    4. Comunicação durante todo o processo, não só no momento da venda de forma unilateral, ou seja, somente o vendedor fala e se impõe. Após a venda, o suporte ao cliente é algo crucial, tirando suas dúvidas, comunicando possíveis problemas com entregas (produtos e/ou serviços). Cliente que não é comunicado, começa  a tirar suas conclusões e, que nem sempre não positivas;
    5. Certificado ISO 90xx não quer dizer nada. Auditor vira as costas e a Empresa volta a ser uma zona e isso existe inclusive nas grandes. Deveria ter processo, mas muitas não respeitam e isso não é uma crítica aos profissionais da qualidade, eles sabem do que estou falando. São verdadeiros heróis no Mundo Corporativo. Mas se a Qualidade é seguida, leva a empresa a respeitar todas estas regras acima e as que vierem, pois terá processo e respeito ao cliente.  Caso contrário, só atesta a incompetência da empresa;
    6. Regras foram feitas para serem quebradas, esta é a filosofia de muita gente neste País (muita gente não é o mesmo que todos, portanto, não generalizo!!);
    7. O que ele vende é o que ele entrega, sem surpresas, sem taxas escondidas ou multas de contratos (em arial 2 para não ser lido), sem fidelização (processo ao qual o cliente tem livre-arbítrio e não algema, é construído bilateralmente);
    8. O produto é técnico? O vendedor tem que ser também! Ele pode até não por a mão na massa, mas precisa conhecer o que vende, não um simples decorador de textos, tabelas, imagens etc. Portanto, treinamento para a equipe de vendas é algo essencial e cíclico. É custoso? Custoso vai ser o cliente espalhar que sua empresa é uma porcaria, sem processos e etc. É obrigação e deve ser prática normal da empresa;
    9. Bom atendimento ao cliente, chamando-o pelo nome, por exemplo. Como fazer isso? A Tecnologia está aí para isso, aliada à processos e a cultura da empresa para tal. Cordialidade, respeito ao cliente. Obvio? Mesmo? Poxa, mas muita gente não faz o óbvio.
 E as péssimas Empresas? Como definir? Bem, as que não fazem nada do que está posto acima.

Na minha lista de péssimas Empresas há inúmeras, de várias áreas, de pequenas à grandes. São prestadores de serviços em assistência técnica (eletrônica etc), construção cívil, elétrica, comércio de uma forma geral (mesmo lojas de pequeno porte, onde te atendem da mesma forma que o Tropeço da família Addams.."aaaahhhhhhhh"), Empresas de Telefonia e Banda Larga (sejam as "antigas" ou novas). As novas já começam a mentir pelo site, onde apresentam que vendem uma determinada velocidade, mas na realidade quando se pergunta ao vendedor o mesmo diz que a empresa não comercializa, só velocidades superiores.

E o consumidor fica na mão refém destas porcarias que, para eles, o importante é o lucro. E a lei do consumidor? Bem, é muito boa, mas a execução ainda precisa melhorar muito.




domingo, 16 de setembro de 2012

Faltam profissionais com qualificação ?

Este post expressa uma opinião sem grandes pesquisas sobre assunto. O que é qualificação na realidade? Formação acadêmica? Acredito sim, há falta de caráter das pessoas, honestidade, compromisso, fidelidade entre outras características de personalidade e, muitas delas vindo de berço. Isso sim está em falta!

A lei de Gerson, aquela que remete a levar vantagem em tudo é a mais praticada por muitos. Hoje o funcionário entra na empresa olhando o que ele pode desviar, roubar, onde ele pode obter ganho fácil e depois sair dizendo "não pega nada".

Falta gente comprometida, que o gestor possa confiar e saber que ele estará lá para fazer a sua parte no trabalho, pois foi contratado(a) para isso.

É isso que falta.

Falta padeiro, pedreiro, azulegista, jardineiro, eletricista e muitos "istas" e "eiros", como analistas de sistemas e engenheiros civis, cujo primeiro se encheu se ser explorado pelas empresas que fazem uso de TI, ou seja, praticamente 100%. Os outros sempre foram colocados às margens do mercado e hoje o mesmo mercado que os desrespeitou, paga muito bem e mesmo assim não tem gente.

Há muita gente estudando em diversas áreas, inclusive em nível de pós-graduação seja em especialização, mestrado e doutorado. Mas ao mesmo tempo estão sem trabalho e não tem oportunidade no mercado. Conheço gente com MBA aliada a grande experiência na área financeira que infelizmente está sem trabalho. Também conheço gente com duas especializações e experiência de mercado que não recebe um único telefonema para agendar uma mísera entrevista.

Gente com inglês fluente, experiência e formação sem trabalho. Falta qualificação?!?!?!?!? Muleta, as empresas na realidade não sabem o que querem. Somos bombardeados por reportagens recomendando que devemos estudar, enfim, estar sempre atualizado, mas isso não é certeza, não há correlação forte entre estudo e a certeza de ter um trabalho, um bom salário.

Através do empirísmo o Mundo Corporativo sugere utilizar um script, um papiro que foi encontrado e é utilizado até dias de hoje, com as regras (erradas) de como atuar em uma empresa. É o mesmo descontrole de sempre, estoque e/ou almoxarifados mal controlados permitindo o desvio de mercadorias, é o lucro acima de qualquer coisa, é a falta de visão estratégica de custos (e não o sempre imbecil corte de copo para água), o corte de funcionários operacionais (que colocam a mão na massa), a proteção do departamento comercial que sempre pode tudo e o resto é resto, onde o planejamento é coisa de burocrata, projeto é algo usado sem conhecimento de causa entre outras coisas. Indústrias diversas,  gráficas, empresas químicas, de tecnologia entre outras, fazem o mesmo tipo de ação. Claro há as que trabalham corretamente e com outras abordagens, mas são poucas.

Tem muita gente sem trabalho, qualificada, de boa índole e com experiência, simplesmente jogada às margens do mercado. Por que? Os motivos são inúmeros, indo desde a psicóloga da seleção que não foi com a cara do indivíduo até falta de conhecimento sobre o que a empresa realmente quer e espera de um colaborador.

MENOS, falta de qualificação.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Nota de mundança de hierarquia

Ele trabalhou por inúmeros anos em uma empresa química na região do ABC, se aposentou e mesmo assim a empresa o chamou de volta para trabalhar. Profundo conhecedor de suas funções, excelente profissional, dedicado, compromissado e o melhor de tudo isso: MUITO querido por seus funcionários, superiores, parceiros comerciais, fornecedores, prestadores de serviços e inúmeros outros profissionais, amigos e familiares.

Há um livro que versa sobre a Verdade Absoluta, onde pessoas pensam ou falam sobre um determinado assunto de forma semelhante. O detalhe disso tudo é que estas pessoas não se conhecem e estão distantes umas das outras. E isso explica a unanimidade de afeto de inúmeras pessoas para este ser iluminado.

Mesmo acometido por deficiências em sua saúde, esteve sempre alegre, otimista, não esmureceu em momento algum, com uma força incrível para viver o que deve ter permitido que ficasse mais tempo entre nós. Mesmo em seus momentos difíceis parecida que o controle de ponto dos funcionários estava lá, sendo monitorado por ele, não como forma punitiva, mas sim para acompanhar e saber se algo havia acontecido ao funcionário faltoso. Sempre preocupado com eles, sempre com gosto. Não precisou ser professor em sala de aula, mas deixou a todos que o conheceram, uma grandiosa e salutar lição de vida.

Infelizmente o Sr Venâncio nos deixou neste último dia 09/09/2012 para ser levado, sob via expressa sem escalas para uma hierarquia superior, tendo a visão merecida e privilegiada de todos que aqui ficaram. É difícil imaginar que ele irá descansar, não em um sentido negativo, mas estará cuidando dos seus, como sempre fez quando esteve por aqui e com muito gosto.
Que a luz de Deus o ilumine e dê forças à família.

Este post, apesar de muito singelo foi um dos textos mais difíceis de ser escrito, não há palavras para expressar a sua passagem por aqui.

O Mundo Corporativo precisa de mais pessoas como você.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Ser político na empresa sempre salva?

Este é um tema polêmico que na realidade é assunto dos conhecidos grupos informais, ou seja, daqueles que estão organizados entre sí, tem objetivos comuns, mas que não são o da empresa propriamente dito.

São relações entre pessoas que buscam poder e que se unem de forma momentânea a quem tem o poder, ou acham que tem. Infelizmente para se viver no Mundo Corporativo há esta necessidade, escrevo isso com dor, mas é verdade. O que não deve ser entendido como passar por cima dos outros, mas sim contar até dez para não mandar aquele diretor chato e inconveniente às favas. É ter empatia até o ponto em que seus princípios, sua ética, seus profissionalismo não sejam feridos (se é que o envolvido tem princípios). Do ponto de vista do profissionalismo é ser uma pessoa correta, técnica e que se for o caso, acaba se desligando da empresa ou mesmo busca forças na hierarquia para se manter profissionalmente, sem puxação de saco.

Deve-se tomar o cuidado com a tal empatia tão recomendada, pois você viverá se colocando no lugar dos outros, esquecendo de você e muitas vezes vai se deparar com pessoas que passam por cima de tudo isso, inclusive de você.

É receber carteirada de diretor quando você diz que os critérios de acesso a internet são para todos e, que ele não pode acessar conteúdo pornográfico na empresa. Não é tão ocupado!? Como tem tempo para acessar este tipo de conteúdo!? Neguei, e já fiquei com o "X" nas costas. Faria de novo, e de novo e de novo.

Já ganhei tapinha das costas, aquele oba oba, o indivíduo as vezes elogiava meu trabalho na minha frente, mas na minha ausência me chamava de burocrata. Se trabalhar sério, com planejamento, com projeto, ser organizado é ser burocrata, então sou. Mas a praticidade dele não o levou a lugar algum. Coloco estes fatos, pois vivi isso, foi polido nas relações corporativas mas sem puxação de saco. Só contei até dez, coisa que quando era mais novo não fazia, já mandava tudo à merda. No dia em que ele ia me demitir, por questão de formação do grupinho dele e não por faltas profissionais, ele caiu antes. Tudo bem, eu não durei mais tempo na organização, por outros motivos.

Ahhh mas você tem que ser flexível...outra muleta (desculpa). Até suporto mais atualmente algumas idiotices, mas há limite.

O que é colocado em questão é: se você não fizer fazer do grupinho, está fora, mesmo tratando-os bem. A política pode te dar alguns meses o anos de sobrevida, mas a que custo?

Pense.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Dia 5 e dia 20

Tem gente que vive em função do dia 5 e do dia 20 e, não são poucos. Aliás, é natural pois é o dia do pagamento. O dia 5 normalmente, para alguns vem acompanhado de cebolas, pois ao abrir o contra-cheque, chora.

Pagas as contasm quando o salário dá, principalmente após algum período de desemprego sem ganhos, a fase de namoro e tudo de bom pode passar e, começar a valer o triângulo da hierarquia das necessidades.

Rapidamente, o que se deseja dizer é o seguinte: salário não é tudo. Longos períodos sem ver o resultado de seu trabalho pode te prejudicar, tanto psicologicamente como profissionalmente. Psicologicamente, caso seja um bom profissional, com ética, porque quer ver o resultado do seu trabalho, no seu empenho,  de algumas horas a mais, do planejamento, enfim, do que muitos chamam de filho.

Profissionalmente, você não terá histórias para contar em um processo seletivo, mesmo que tenha passado 5, 10 anos em uma mesma empresa. E o pessoal de RH nivela muitas vezes por baixo e cumprem bem a questão da "carreira": a culpa é sua se não houve resultados.

Sabemos que isso pode ser verdade, mas muitas vezes não é.

Pense.

A carreira e a empresa

Dia destes um consultor disse que a "empresa moderna" (sempre tem estas palavras na frase com relação a alguma técnica ou afim) precisa entender que a carreira pertence ao colaborador.

Realmente e este blog já teve alguns posts sobre o assunto. De qualquer forma quando se referímos à Empresa parece que enxergamos o prédio, o local físico, a sua constituição jurídica. Há muito tempo pensava assim também. Na realidade o que precisa ser visto, lembrado, focado é que a empresa são pessoas, cada um dos seus colaboradores, do presidente ao pessoal que faz o trabalho mais repetitivo do nível operacional, sem descrédito nenhum!

Portanto, não é a empresa que precisa entender, saber, se atualizar com relação à gestão de carreiras, mas sim cada um dos colaboradores, inclusive o seu gerente, o seu diretor, o seu presidente. Se ele não souber disso, você terá que buscar pessoas que entendam do assunto, valorizem e principalmente, PRATIQUEM! Este buscar, pode ser buscar pessoas em outra organização empresarial e isso deve partir de você. Não resolve ter consciência de que a carreira é sua e que queres subir na organização, o que é natural, desde que sem pisar nos outros, se o seu gestor não vê desta forma e te barra.

Há outros que não querem subir, preferem o operacional, colocando a mão na massa se sentem mais úteis do que na gestão. Isso não é demérito e sim um objetivo do indivíduo. Já outros querem chegar à presidência, porque tem esta ambição ou mesmo porque querem status e bom bônus para pagar de pensão depois e não ter família. Não é crítica, são alguns fatos reais que podem ser mudados pelo indivíduo. Quantidade de horas dedicadas ao trabalho não refletem em qualidade excepcional do trabalho produzido.

Você é o ÚNICO responsável pela sua carreira. Crie sua carreira, planeje-a e se não der certo, saia em carreira para outra oportunidade.

Pense.