Por estudar demais, ser qualificado, alguns milhares de profissinais (segundo uma reportagem) fora colocados na rua, com a muleta dos "custos altos". Muitos professores com títulos de Mestre e Doutor deixaram de ministrar aulas em uma instituição.
Em uma país onde não há cultura da Educação, onde boa parte dos atores têm sua culpa em parte do processo, seja ele o Governo, as famílias, as Empresas, alguns indivíduos na qualidade de discentes, algumas Instituições entre outros, não é de se surpreender uma ação destas.
Não cabe dizer se a aula melhora ou piora ou se um título faz milagres. Cabe sim a questão de quem vai formar as pessoas, formar o País, quem vai pesquisar? Algumas Empresas, no seu imediatismo, onde tudo é fácil, rápido, mas com resultado pífio (isso se houver) e sem método científico?
É a contramão do que se ouve, se lê e se vê nos notíciarios, onde a falta de qualificação deixa vagas abertas. São níveis diferentes? Mais muletas. O País nunca valorizou sua mão de obra, não valoriza a educação e aí está mais uma prova.
Estudou demais, RUA!
É com muita tristeza, inconformismo que lido com estas ações.
Bem, se alguém souber como estes mestres e doutores estão "se virando", informe nos comentários. Não é pesquisa, não vamos resolver o problema, mas é uma forma de saber onde estão estas pessoas que tanto dedicaram seu tempo (e isso custa R$, mais o "custo" da falta de convivência com a família etc).
Quando falamos desta ou daquela empresa nos esquecemos que ela é constituída por pessoas e estas são a solução e o problema para uma organização ou mesmo sociedade. Para muitas regras, há exceções; existem empresas boas, porque nelas, existem pessoas boas em número suficiente para manter um equilíbrio. Talvez seja utopia, mas queremos um Mundo Corporativo saudável, cujo trabalho tem o foco no alcance dos objetivos da organização e não dos grupos informais.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
As derradeiras vezes...
Créditos da foto acima http://ultradownloads.com.br/papel-de-parede/Sao-Bernardo/
Foram algumas vezes em que está imagem foi colocada em projetos, cujo objetivo era salvar uma Empresa, seus projetos, seus processos, seus funcionários etc. Escolhida em uma época de stress extremanente intenso, foi a que melhor representava a época e, ainda nos dias de hoje trás as lembranças não tão positivas. Quem vive de passado é Museu dissem especialistas e não tão especilistas. Bem, se você não tivesse nascido no passado não estaria lendo este post hoje. Se não estivesse estudado no passado, não estaria onde está hoje ou, vá estar conforme seus desejos.
Esta figura representa um cão que tem o instinto e é treinado para salvar vidas. Forte, na figura olhando para o Horizonte, disposto a salvar uma vida ou encontrar alguém em perigo. Não tem imagem melhor para representar aquelas situações.
Foram projetos, planejamentos, processos, criados e desfeitos, deixados de lado como em um toque de mágica (amadora e muito ruim por sinal).
Onde a cabeça dura, a falta de visão, enfim, a falta de desejo permitiu que "nada" fosse para frente. Tudo isso venceu a técnica, a insistência, o profissionalismo de quem queria ver a coisa caminhar, ver um dia seus colaboradores felizes, de ver o resultado de seus trabalhos. Continuar empregado? Não importava, se tudo tivesse dado certo e o seu trabalho ser a mola propulsora de um Mundo Corporativo melhor (em sua unidade).
Mas não deu certo, não quiseram que desse certo. Daí ficaram as doenças psíquicas e quem sabe, as físicas. Ficou a experiência o forte feeling de saber, mesmo em outro lugar, onde uma reunião vai terminar, onde uma ação vai terminar, onde desvios de caminhos, de processos vão terminar.
Ver pessoas competentes cairem no meio do caminho, aos poucos, ao longo dos anos. Outros, encostados, verdadeiras colunas de um Templo (e e alguns casos, porque gostam de ser assim). Profissionais destruídos e outros, nem ao menos tomam ciência disso.
Horas, dias, meses de intenso trabalho, de reuniões, aguentando todo tipo de gente, hora funcionários, hora Gestores, hora consultores, hora tudo isso junto. Por muitas vezes a luz no fim do Túnel foi vista e ao mesmo tempo, era apagada, pois se planejava e tudo era jogado fora.
Projetos, layouts, a cara a tapa perante os funcionários para defender projetos que, depois não davam em nada. Eram desmontados rapidamente, como um castelo na areia.
Que resultados há para mostrar em uma entrevista, por exemplo? Não há, não deixaram...
Foram algumas vezes em que está imagem foi colocada em projetos, cujo objetivo era salvar uma Empresa, seus projetos, seus processos, seus funcionários etc. Escolhida em uma época de stress extremanente intenso, foi a que melhor representava a época e, ainda nos dias de hoje trás as lembranças não tão positivas. Quem vive de passado é Museu dissem especialistas e não tão especilistas. Bem, se você não tivesse nascido no passado não estaria lendo este post hoje. Se não estivesse estudado no passado, não estaria onde está hoje ou, vá estar conforme seus desejos.
Esta figura representa um cão que tem o instinto e é treinado para salvar vidas. Forte, na figura olhando para o Horizonte, disposto a salvar uma vida ou encontrar alguém em perigo. Não tem imagem melhor para representar aquelas situações.
Foram projetos, planejamentos, processos, criados e desfeitos, deixados de lado como em um toque de mágica (amadora e muito ruim por sinal).
Onde a cabeça dura, a falta de visão, enfim, a falta de desejo permitiu que "nada" fosse para frente. Tudo isso venceu a técnica, a insistência, o profissionalismo de quem queria ver a coisa caminhar, ver um dia seus colaboradores felizes, de ver o resultado de seus trabalhos. Continuar empregado? Não importava, se tudo tivesse dado certo e o seu trabalho ser a mola propulsora de um Mundo Corporativo melhor (em sua unidade).
Mas não deu certo, não quiseram que desse certo. Daí ficaram as doenças psíquicas e quem sabe, as físicas. Ficou a experiência o forte feeling de saber, mesmo em outro lugar, onde uma reunião vai terminar, onde uma ação vai terminar, onde desvios de caminhos, de processos vão terminar.
Ver pessoas competentes cairem no meio do caminho, aos poucos, ao longo dos anos. Outros, encostados, verdadeiras colunas de um Templo (e e alguns casos, porque gostam de ser assim). Profissionais destruídos e outros, nem ao menos tomam ciência disso.
Horas, dias, meses de intenso trabalho, de reuniões, aguentando todo tipo de gente, hora funcionários, hora Gestores, hora consultores, hora tudo isso junto. Por muitas vezes a luz no fim do Túnel foi vista e ao mesmo tempo, era apagada, pois se planejava e tudo era jogado fora.
Projetos, layouts, a cara a tapa perante os funcionários para defender projetos que, depois não davam em nada. Eram desmontados rapidamente, como um castelo na areia.
Que resultados há para mostrar em uma entrevista, por exemplo? Não há, não deixaram...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Educação II
Eu não sei como escrever este post. Vivemos em um globo praticamente TODO capitalista, onde esta porcaria de dinheiro está envolvido em praticamente tudo que se faz na vida. Dia destes estava assistindo uma série de nome Terra Nova, onde um grupo de pessoas estava iniciando uma voda nova, há bons milhares de anos, em meio a dinossauros e etc. Ficção à parte, um dos erros deles foi mais uma vez criar uma porra de moeda, deveriam partir para o escambo ou qualquer outra coisa, menos isso! Bem misturas perigosas à parte, vamos ao assunto: no final do ano de 2011 o grupo Anhanguera demitiu 680 professores, informação esta que está publicada em inúmeros canais na internet. Estes professores têm titulação, ou seja, são mestres e doutores.
Realmente, titulação pode melhorar ou não uma aula. Mas o país precisa destes mestres e doutores, precisamos de pesquisadores, com metodologia, com conhecimento científico e, ao mesmo tempo, para criação de novos conhecimentos. Ou alguém acredita que a descoberta de novos tratamentos para doenças, novos remédios para cura desta ou aquela enfermidade, criação de novos conhecimentos para a medicina, administração, estatística, física enfim, para todas as áreas vem de pesquisas no google? Não, vai muito, MAS muito além disso. Além de aulas estes profissionais podem e devem ser usados na pesquisa.
Qualquer país, ele só cresce calcado na educação. Temos inúmeras deficiências em nossa cadeia educacional, partindo no nível fundamental e ecoando no ensino superior.
Formar um mestre e um doutor custa dinheiro (mais uma vez ele aí!!), mas também custa tempo de estudos, dedicação, muita pesquisa séria, muitas vezes custa a saúde da pessoa (pelo stress das pressões, prazos, escrita de artigos etc), custa o casamento pela falta de tempo para o conjuge (tem gente que quer que você seja mestre ou doutor, desde que não haja esforço das partes envolvidas), cobrança da família (nunca está presente, ou "só estuda") entre outras coisas.
Mas quem não faz, não sabe a dificuldade!
Sempre digo que se mercantilizar..f.d... Não sou a favor de ensino privado, da mesma forma que não sou a favor da saúde particular ou de pesquisas para medicamentos para curas ou tratamentos de certas doenças. O capital sempre vai falar mais alto. Claro que, estatizando, o Estado precisa oferecer um serviço de qualidade.
De volta ao ponto, educação particular é oferecido por instituições privadas, que na realidade são empresas. Empresas querem um custo menor, o que não é errado, mas há limites para estes casos. Quanto mais lucro melhor, com custo menor e menos gente trabalhando. E se o cliente (aluno) reclamar ,o funcionário é chamado para esclarecimentos ou é demitido (no caso o professor).
Isso mostra como vai nossa educação. Estudar para que? Se não estuda, não trabalha por que não tem qualificação. Se estuda, tem qualificação, mas ganha mal, é demitido ou nem trabalho tem porque você é um custo alto.
Precisamos mudar esta cultura, ou então entrega esta vasta terra para os EUA, China ou quem quiser.
Realmente, titulação pode melhorar ou não uma aula. Mas o país precisa destes mestres e doutores, precisamos de pesquisadores, com metodologia, com conhecimento científico e, ao mesmo tempo, para criação de novos conhecimentos. Ou alguém acredita que a descoberta de novos tratamentos para doenças, novos remédios para cura desta ou aquela enfermidade, criação de novos conhecimentos para a medicina, administração, estatística, física enfim, para todas as áreas vem de pesquisas no google? Não, vai muito, MAS muito além disso. Além de aulas estes profissionais podem e devem ser usados na pesquisa.
Qualquer país, ele só cresce calcado na educação. Temos inúmeras deficiências em nossa cadeia educacional, partindo no nível fundamental e ecoando no ensino superior.
Formar um mestre e um doutor custa dinheiro (mais uma vez ele aí!!), mas também custa tempo de estudos, dedicação, muita pesquisa séria, muitas vezes custa a saúde da pessoa (pelo stress das pressões, prazos, escrita de artigos etc), custa o casamento pela falta de tempo para o conjuge (tem gente que quer que você seja mestre ou doutor, desde que não haja esforço das partes envolvidas), cobrança da família (nunca está presente, ou "só estuda") entre outras coisas.
Mas quem não faz, não sabe a dificuldade!
Sempre digo que se mercantilizar..f.d... Não sou a favor de ensino privado, da mesma forma que não sou a favor da saúde particular ou de pesquisas para medicamentos para curas ou tratamentos de certas doenças. O capital sempre vai falar mais alto. Claro que, estatizando, o Estado precisa oferecer um serviço de qualidade.
De volta ao ponto, educação particular é oferecido por instituições privadas, que na realidade são empresas. Empresas querem um custo menor, o que não é errado, mas há limites para estes casos. Quanto mais lucro melhor, com custo menor e menos gente trabalhando. E se o cliente (aluno) reclamar ,o funcionário é chamado para esclarecimentos ou é demitido (no caso o professor).
Isso mostra como vai nossa educação. Estudar para que? Se não estuda, não trabalha por que não tem qualificação. Se estuda, tem qualificação, mas ganha mal, é demitido ou nem trabalho tem porque você é um custo alto.
Precisamos mudar esta cultura, ou então entrega esta vasta terra para os EUA, China ou quem quiser.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Histórias de todos dos dias em "A educação"
Ao que se lê, o mercado está comprador (como diz o jargão de negócios), em termos de contratações de profissionais. Há um grande número de vagas sobrando, porque alguns setores alegam que não há mão de obra, como por exemplo, a Construção Civil e a área de Tecnologia da Informação, só para citar alguns exemplos. Motivos? Segundo estas fontes a falta de mão de obra está relacionada com a falta de qualificação dos profissionais, algumas profissões simplesmente perderam muita gente, como é o caso do pedreiros, telhadistas, padeiros entre outros. Profissões simples, cujos profissionais foram ao longo das épocas mal tratados e colocados de, certa forma, à margem do mercado. Hoje eles são procurados e são bem remunerados.
Nas profissões mais técnicas como a Engenharia e a Tecnologia da Informação também se observa a falta de profissionais qualificados, já que as empresas estão buscando mas não acham. Mais uma vez jogam a culpa na falta de qualificação. Mas tem gente se formando em engenharia e ao mesmo tempo tem gente se formando na área de TI, inclusive em cursos de mestrado. Tem muito engenheiro que foi marginalizado há algum tempo, porque o mercado sinalizou que haviam muitos e com a baixa demanda e grande oferta, os salários foram achatados e os profissionais foram jogados para escanteio. Agora falta gente?
A área de Tecnologia da Informação é uma ciência, com suas fantásticas ramificações (banco de dados, inteligência artificial, desenvolvimento de sistemas, metologias, games entre outros) tem grande poder para se alinhar ao negócio de uma empresa (precisamos que a empresa veja isso também), mas por muitos anos seus profissionais foram, em parte, tratados como tímidos, introvertidos, anti-sociais entre outras coisas, menos profissionais! Quebrou um cano, é culpa da TI; choveu é culpa da TI; a TI não viu isso ou não viu aquilo. Agora sentem a falta de profissionais. Muitos estão abandonando a área, porque não aguentam mais este tipo de relação, falta de respeito, falta de valorização, a pressão por resultados absurdos, prazos apertadíssimos entre outras coisas.
Falta de qualificação tem relação com a educação. Temos sérios problemas educacionais neste país, começando pela base que é o ensino fundamental e médio, mas ao mesmo tempo falta a cultura da educação no país. O professor não é babá de ninguém e a escola não é depósito de criança. A educação que faz com bons profissionais sim, mas com apoio da família (sempre!), do governo e da sociedade como um todo.
Tem muita gente se formando, seja no nível técnico ou superior, gente boa. E temos o contrário disso também, onde temos crianças e adolescentes saindo das escolas sem saber ler e escrever, porque o governo quer passar todo mundo para dizer que somos uma país alfabetizado e, por outro lado a família não acompanha o desenvolvimento do filho e, não cobra isso do governo. Hoje, se o professor manda recado para os pais, eles podem ir até à escola (quando vão), mas é para agredir o professor. Falta base em muitas famílias e não pense que é somente nas classes mais baixas.
As empresas, e ainda existem exceções graças à Deus, não valorizam a educação, mas jogam a culpa que falta qualificação (a qualificação vem de onde mesmo?). Mais uma das muletas corporativas para problemas que, muitas vezes, elas mesmo criaram.
Nas profissões mais técnicas como a Engenharia e a Tecnologia da Informação também se observa a falta de profissionais qualificados, já que as empresas estão buscando mas não acham. Mais uma vez jogam a culpa na falta de qualificação. Mas tem gente se formando em engenharia e ao mesmo tempo tem gente se formando na área de TI, inclusive em cursos de mestrado. Tem muito engenheiro que foi marginalizado há algum tempo, porque o mercado sinalizou que haviam muitos e com a baixa demanda e grande oferta, os salários foram achatados e os profissionais foram jogados para escanteio. Agora falta gente?
A área de Tecnologia da Informação é uma ciência, com suas fantásticas ramificações (banco de dados, inteligência artificial, desenvolvimento de sistemas, metologias, games entre outros) tem grande poder para se alinhar ao negócio de uma empresa (precisamos que a empresa veja isso também), mas por muitos anos seus profissionais foram, em parte, tratados como tímidos, introvertidos, anti-sociais entre outras coisas, menos profissionais! Quebrou um cano, é culpa da TI; choveu é culpa da TI; a TI não viu isso ou não viu aquilo. Agora sentem a falta de profissionais. Muitos estão abandonando a área, porque não aguentam mais este tipo de relação, falta de respeito, falta de valorização, a pressão por resultados absurdos, prazos apertadíssimos entre outras coisas.
Falta de qualificação tem relação com a educação. Temos sérios problemas educacionais neste país, começando pela base que é o ensino fundamental e médio, mas ao mesmo tempo falta a cultura da educação no país. O professor não é babá de ninguém e a escola não é depósito de criança. A educação que faz com bons profissionais sim, mas com apoio da família (sempre!), do governo e da sociedade como um todo.
Tem muita gente se formando, seja no nível técnico ou superior, gente boa. E temos o contrário disso também, onde temos crianças e adolescentes saindo das escolas sem saber ler e escrever, porque o governo quer passar todo mundo para dizer que somos uma país alfabetizado e, por outro lado a família não acompanha o desenvolvimento do filho e, não cobra isso do governo. Hoje, se o professor manda recado para os pais, eles podem ir até à escola (quando vão), mas é para agredir o professor. Falta base em muitas famílias e não pense que é somente nas classes mais baixas.
As empresas, e ainda existem exceções graças à Deus, não valorizam a educação, mas jogam a culpa que falta qualificação (a qualificação vem de onde mesmo?). Mais uma das muletas corporativas para problemas que, muitas vezes, elas mesmo criaram.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Feliz 2012
Aos que têm acompanhado o Blog ou mesmo, que tenham passado por aqui porque foram conduzidos pelo Buscador, os votos são os mesmos:
"Tenham um excelente ano de 2012! Cheio de saúde para você e os seus entes queridos, trabalho (ético e profissional), harmonia em seus lares e empresas, muita felicidade, com Deus guiando duas vidas (para quem acredita), bons estudos, boas vibrações e que procurem melhorar cada vez mais o seu dia a dia com a família e no trabalho, não permitindo que fofocas ou outras tentações venham desviar o seu caminho. Caso esteja sem trabalho, que este seja o ano das oportunidades (muitas vezes esta palavra faz a diferença para muita gente), onde em BREVE tenha uma nova colocação no mercado, que esteja dentro de suas expectativas profissionais, éticas, saláriais e etc. "
"Tenham um excelente ano de 2012! Cheio de saúde para você e os seus entes queridos, trabalho (ético e profissional), harmonia em seus lares e empresas, muita felicidade, com Deus guiando duas vidas (para quem acredita), bons estudos, boas vibrações e que procurem melhorar cada vez mais o seu dia a dia com a família e no trabalho, não permitindo que fofocas ou outras tentações venham desviar o seu caminho. Caso esteja sem trabalho, que este seja o ano das oportunidades (muitas vezes esta palavra faz a diferença para muita gente), onde em BREVE tenha uma nova colocação no mercado, que esteja dentro de suas expectativas profissionais, éticas, saláriais e etc. "
sábado, 10 de dezembro de 2011
Pensamentos e frases
Sobre o tempo: tem existe alguém que preza pela democracia, que não vê ricos ou pobres e nem raça é o tempo. CADA um de nós têm exatamente 24 horas por dia, ou seja, o tempo é distribuído igualmente para cada um de nós. Ao mesmo tempo que ele é democrático, ele não é renovável, perdeu? dançou! Ela passa mesmo! Portanto, aproveite o tempo que tem, tanto no trabalho, na vida pessoal, nos estudos, para a família. Fácil? Não é, mas é possível.
Algumas dicas:
Nas entrevistas a emprego pedem para que seja sincero, seja você, mas recomendam que nunca fale mal de seu chefe, por exemplo. Por mais carasco que ele tenha sido, você não pode falar mal dele para o entrevistador, porque corre o risco de não ser aprovado no processo, mesmo que tenha todas as qualificações. A lógica muitas vezes por trás disso é que se você fala mal do seu chefe anterior, vai falar mal do futuro chefe. Como tem muita gente concorrendo a uma vaga, cada um pega o que está mais fácil e apropriado.
Cada um de nós já teve a sinceridade natural, aquela direta, que diz na cara, sem medo de repressões. As crianças são assim. Sinceras. Se querem, fazem, se não querem não fazem. Se gostam de alguém bem, se não dizem que não gostam e pronto. Falam que este ou outro é bonito ou feio, direto, sem escalas. Ficamos adultos e, começamos a engolir sapos, indo a lugares que não queremos ir, ir em festas que não queremos, conviver (isso mesmo, conviver) com pessoas que não queremos, trabalhar com quem não gostamos, fazer o que não gostamos, enfim, a lista de contrariedades é grande e particular de cada um. Quantas vezes você não teve vontade de rir da piada idiota que se lider contou? Mas riu; quantas vezes teve que torcer para o time do seu chefe, sendo que você torce para outro ou nem liga para isso? Porque tem medo de perder o emprego ou ficar mal da foto. Vivemos de ilusão e, podemos perder nossa identidade, só para agradar os outros. Somos orientados a termos empatia ou seja, se colocar no lugar do outro. Mas e os outros, se colocam em nosso lugar? Não quero dizer com isso que devemos ser anti-sociais, brigões, antipáticos e afins. Mas sim, sermos nós mesmos e não um modelo padrão que a sociedade espera.
Algumas dicas:
- Organize o que vai fazer no primeiro horário de trabalho. Se possível, trabalhe com projetos;
- Organize sua mesa;
- Responda e-mails que sejam realmente importantes;
- Oriente as pessoas que enviem e-mails objetivos e que realmente você precisa estar ciente. E-mails com cópia para 300 pessoas são complicados e pode simplesmente representar fofoca;
- Nas reuniões, tenha claro os objetivos da reunião (assuntos a serem discutidos). Não chegue atrasado. Reuniões tomam um tempo grande e, PIOR que isso, muitas terminam em exatamente nenhuma decisão e/ou sem próximos passos. Recuse as "REPONEs";
- Isso vale para os pares. Por que seu tempo é mais valioso que o do outro? (Isso é discutido no livro "O Monge e o Executivo";
- A lista é grande, mas precisa de disciplina.
Nas entrevistas a emprego pedem para que seja sincero, seja você, mas recomendam que nunca fale mal de seu chefe, por exemplo. Por mais carasco que ele tenha sido, você não pode falar mal dele para o entrevistador, porque corre o risco de não ser aprovado no processo, mesmo que tenha todas as qualificações. A lógica muitas vezes por trás disso é que se você fala mal do seu chefe anterior, vai falar mal do futuro chefe. Como tem muita gente concorrendo a uma vaga, cada um pega o que está mais fácil e apropriado.
Cada um de nós já teve a sinceridade natural, aquela direta, que diz na cara, sem medo de repressões. As crianças são assim. Sinceras. Se querem, fazem, se não querem não fazem. Se gostam de alguém bem, se não dizem que não gostam e pronto. Falam que este ou outro é bonito ou feio, direto, sem escalas. Ficamos adultos e, começamos a engolir sapos, indo a lugares que não queremos ir, ir em festas que não queremos, conviver (isso mesmo, conviver) com pessoas que não queremos, trabalhar com quem não gostamos, fazer o que não gostamos, enfim, a lista de contrariedades é grande e particular de cada um. Quantas vezes você não teve vontade de rir da piada idiota que se lider contou? Mas riu; quantas vezes teve que torcer para o time do seu chefe, sendo que você torce para outro ou nem liga para isso? Porque tem medo de perder o emprego ou ficar mal da foto. Vivemos de ilusão e, podemos perder nossa identidade, só para agradar os outros. Somos orientados a termos empatia ou seja, se colocar no lugar do outro. Mas e os outros, se colocam em nosso lugar? Não quero dizer com isso que devemos ser anti-sociais, brigões, antipáticos e afins. Mas sim, sermos nós mesmos e não um modelo padrão que a sociedade espera.
Uma breve comparação: Medicina e TI
O rapaz estava estressado e foi ao Médico. O volume de trabalho, as cobranças desmedidas, os prazos "sempre para ontem", a falta de planejamento, a falta de processos, a falta de liderança entre outras coisas propiciaram o desencadear de alguns sintomas.
Relatados os sintomas e relatados os possíveis motivos do stress, a médica disse que estressante é a medicina por lidar com vidas. Realmente é estressante, mas uma pesquisa há um tempo apontou a área de Tecnologia da Informação como mais estressante que a Medicina. Realmente a Medicina lida com vidas, é estressante e ao mesmo tempo o médico deve ter interesse pela vida, o que se vê pouco atualmente, ao menos em alguns exemplos que temos acompanhado.
A Tecnologia da Informação não mata ninguém, ao menos declaradamente, mas erros em sistemas, paradas de redes, falta de comunicação (internet, links e afins), problemas com banco de dados que geram paradas ou mesmo problemas em seus objetos (tabelas e afins), falta de alinhamento com o negócio (o que muitas vezes não é culpa da TI, mas sim do Staff que não vê a TI como estratégica), dentre inúmeras variáveis, podem parar uma empresa e ocasionar um grande prejuízo ao negócio, seja de faturamento ou mesmo em seu mercado. Muitas pessoas podem perder seus empregos, e cada uma destas pessoas têm família.
Portanto, uma lida com a vida e a morte, mas a outra tem seu peso na manutenção da vida dos funcionários e suas famílias.
Claro, a Medicina é muito mais importante, mas nem por isso deve desconsiderar o stress das outras áreas, porque ele existe. Não se pode encarar o problema como um "problema que todos passam atualmente e/ou porque esta ou aquela área é mais importante".
Quer saber mais sobre o stress? Leia no link http://www.cerebromente.org.br/n03/doencas/stress.htm no site Cérebro e Mente.
Relatados os sintomas e relatados os possíveis motivos do stress, a médica disse que estressante é a medicina por lidar com vidas. Realmente é estressante, mas uma pesquisa há um tempo apontou a área de Tecnologia da Informação como mais estressante que a Medicina. Realmente a Medicina lida com vidas, é estressante e ao mesmo tempo o médico deve ter interesse pela vida, o que se vê pouco atualmente, ao menos em alguns exemplos que temos acompanhado.
A Tecnologia da Informação não mata ninguém, ao menos declaradamente, mas erros em sistemas, paradas de redes, falta de comunicação (internet, links e afins), problemas com banco de dados que geram paradas ou mesmo problemas em seus objetos (tabelas e afins), falta de alinhamento com o negócio (o que muitas vezes não é culpa da TI, mas sim do Staff que não vê a TI como estratégica), dentre inúmeras variáveis, podem parar uma empresa e ocasionar um grande prejuízo ao negócio, seja de faturamento ou mesmo em seu mercado. Muitas pessoas podem perder seus empregos, e cada uma destas pessoas têm família.
Portanto, uma lida com a vida e a morte, mas a outra tem seu peso na manutenção da vida dos funcionários e suas famílias.
Claro, a Medicina é muito mais importante, mas nem por isso deve desconsiderar o stress das outras áreas, porque ele existe. Não se pode encarar o problema como um "problema que todos passam atualmente e/ou porque esta ou aquela área é mais importante".
Quer saber mais sobre o stress? Leia no link http://www.cerebromente.org.br/n03/doencas/stress.htm no site Cérebro e Mente.
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