Não posso dizer que a área de tecnologia da informação é uma área ruim. O que a faz ruim, no meu ponto de vista, são as pessoas, sejam elas os próprios que se dizem profissionais, como também as empresas, que não dão, em sua maioria, a mínima atenção para esta área estratégica, assim como RH, Marketing, Qualidade e Custos. Com relação aos profissionais da área, temos muitos excelentes profissionais, mas ao mesmo tempo, temos um monte que curiosos, políticos, outros vagabundos pendurados no pescoço de alguém com mais "poder" dentro da empresa, verdadeiros seres intocáveis, onde basta alguém criticar, por mais simples que seja, que no dia seguinte é despedido. Foram muito anos de dedicação a esta área, de luta, de aprendizado, de ensino, mas uma hora cansa!
Como está escrito em um livro de uma religião, que não convém citar, mas que mostra que não devemos colocar a culpa nos outros, quando não conseguimos alguma coisa, ou que caímos, por causa de alguém, eu acredito que não resolve colocar a culpa nas pessoas. Os incomodados que se mudam, não é isso que diz um ditado? Não dá para dizer que TI será deletada de uma vida, o trabalho irá continuar, em outras esferas, com gente de vontade, com mais utilidade, com mais objetivo, método, sem esbarrar nas burrocracias, isso mesmo, não é erro de português, sem politicagens que só tomam tempo útil, com mais valor, mais atenção, mais reconhecimento entre outras coisas.
Mas...o trabalho não irá continuar, ao menos para um profissional, dentro das empresas. O descrédito nestas estruturas é imenso!! Não dá para acreditar nas mudanças que pregam, em ações desconectadas de planejamento, sem valor, sem reconhecimento, só vendo visto como um custo e que basta apertar um botão que tudo está pronto.
Hoje, é difícil trabalhar sem planejamento, sem processo e sem projeto. Mas elas ainda insistem no imediatismo, e que o único departamento que importa é o comercial. O resto é custo. Bem, quem sabe, um dia aprendem!
Quando falamos desta ou daquela empresa nos esquecemos que ela é constituída por pessoas e estas são a solução e o problema para uma organização ou mesmo sociedade. Para muitas regras, há exceções; existem empresas boas, porque nelas, existem pessoas boas em número suficiente para manter um equilíbrio. Talvez seja utopia, mas queremos um Mundo Corporativo saudável, cujo trabalho tem o foco no alcance dos objetivos da organização e não dos grupos informais.
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
A eterna briga: administrativo x fábrica
Por muitas empresas em que passei, dois grandes conjuntos das empresas estão em pé de guerra: a área administrativa e a produtiva. E isso ainda persiste ao longo do tempo, nas empresas que produzem alguma coisa. A produção é vista como um bando de peões chucros, isso do ponto de vista do administrativo, e o administrativo é visto pela produção, como um bando de frescos e frescas, que ganham bem, mas quem realmente trabalha no pesado é a área produtiva. Na realidade, tem muita gente que só acredita no trabalho do outro, quando o vê carregando uma lata de concreto nas costas, aquilo que não é visto, é tido como "não faz nada". Se trabalha com computador, trabalha sentado, ganha bem e isso não trabalho, na visão de muita gente. A verdade é uma só: os dois lados estão errados, pois uma empresa é um sistema, que se completa, que interage, são engrenagens de um relógio suiço. Há gente boa e competente nos dois lados, na fábrica e no escritório, como há porcaria em cada um deles. Há gente com visão melhor, na fábrica, que os do escritório, mas muitas vezes não são ouvidos.
Já tive a oportunidade de trabalhar em linha de produção, em uma máquina injetora de plásticos de uma empresa de calçados e produtos para mergulho. Muitas vezes éramos vigiados por uma mulher que diziam ser do departamento pessoal, ficava ali em pé, olhando quem trabalhava e quem não trabalhava. Isso por que a gente tinha os responsáveis da produção. Mas retrabalho é normal em mujita empresa, e tem muita gente que em vez de cuidar do trabalho dele(a), cuida do trabalho do outro e esquece o dele(a).
Tive outra oportunidade de trabalhar em ambiente de produção de uma gráfica, já como analista de sistemas, e mesmo assim era visto como um mero peão, pelo pessoal da administração, principalmente o comercial, que se acha o mais importante. E isso é um mal de boa parte das empresas. Nesta, atuava como analista em uma área de telecomunicações, confeccionando cartões, testando modelos, testando arquivos, tudo isso em produção, atuando com setup de máquina, inclusive operando a máquina. Cheiro de tinta, de produtos químicos, em plena linha de produção correndo a todo vapor. Não tenho saudade da empresa, mas deixei amigos na produção, que foram parceiros! E destes, tenho apreço e sinto falta algumas vezes. Bem, esta empresa continua a mesma, a fábrica é mera executora, na visão do administrativo daquela empresa. E se a fábrica parar, a empresa fatura? Perguntei isso uma vez para o geren- te de sistemas, mas como todo bom idiota, já tratou de responder grosseiramente, alegando que isso não era pensamento de profissional. Muito cômodo resolver as coisas no grito, escondido atrás de um título. Gerente? É um título, onde você ganha mais, tem mais responsabilidades, mas alguém acreditou no seu trabalho (tirando claro, conluios, onde só gente da panela sobe).
O bem da verdade é que a organização é um todo, suas partes se relacionam, tem que trocar informações, hora uma parte é fornecedora, hora esta mesma parte é cliente. E como cliente, quer receber um bom produto e/ou serviço, e como fornecedora, tem que sempre agradar seu cliente.
Já tive a oportunidade de trabalhar em linha de produção, em uma máquina injetora de plásticos de uma empresa de calçados e produtos para mergulho. Muitas vezes éramos vigiados por uma mulher que diziam ser do departamento pessoal, ficava ali em pé, olhando quem trabalhava e quem não trabalhava. Isso por que a gente tinha os responsáveis da produção. Mas retrabalho é normal em mujita empresa, e tem muita gente que em vez de cuidar do trabalho dele(a), cuida do trabalho do outro e esquece o dele(a).
Tive outra oportunidade de trabalhar em ambiente de produção de uma gráfica, já como analista de sistemas, e mesmo assim era visto como um mero peão, pelo pessoal da administração, principalmente o comercial, que se acha o mais importante. E isso é um mal de boa parte das empresas. Nesta, atuava como analista em uma área de telecomunicações, confeccionando cartões, testando modelos, testando arquivos, tudo isso em produção, atuando com setup de máquina, inclusive operando a máquina. Cheiro de tinta, de produtos químicos, em plena linha de produção correndo a todo vapor. Não tenho saudade da empresa, mas deixei amigos na produção, que foram parceiros! E destes, tenho apreço e sinto falta algumas vezes. Bem, esta empresa continua a mesma, a fábrica é mera executora, na visão do administrativo daquela empresa. E se a fábrica parar, a empresa fatura? Perguntei isso uma vez para o geren- te de sistemas, mas como todo bom idiota, já tratou de responder grosseiramente, alegando que isso não era pensamento de profissional. Muito cômodo resolver as coisas no grito, escondido atrás de um título. Gerente? É um título, onde você ganha mais, tem mais responsabilidades, mas alguém acreditou no seu trabalho (tirando claro, conluios, onde só gente da panela sobe).
O bem da verdade é que a organização é um todo, suas partes se relacionam, tem que trocar informações, hora uma parte é fornecedora, hora esta mesma parte é cliente. E como cliente, quer receber um bom produto e/ou serviço, e como fornecedora, tem que sempre agradar seu cliente.
domingo, 18 de julho de 2010
Direto ao ponto - desenvolvimento de sistema de gestão empresarial
O imediatismo é a técnica mais presente das organizações. Seja ela pequena ou grande. Claro, há aquelas que utilizam de métodos e ferramentas diversas, como o planejamento, a qualidade entre outras. O tema, polêmico, sobre desenvolver ou adquirir um sistema de gestão, tem defensores e tem opositores. Alguns alegam problemas com custos, os custos de manter uma equipe de desenvolvimento e suporte é alto. Mas será que eles realmente analisaram os custos? Tenho dúvidas, pois vemos muito empresas que não têm esta prática, é simples chute. Custos para eles é o cafezinho dos colaboradores que tem que ser cortado e se não sobrar dinheiro, cortar o coitado da faxina que ganha 800,00 e deixar os gerentes barrigudos, que muitas vezes não fazem nada, e ganham às custas dos outros. Esta é a redução de custos, claro, que errada.
Mas voltando ao nosso tema polêmico, eu sou um dos defensores que um desenvolvimento interno é muito melhor, pelos seguintes pontos:
O único que ainda tem o privilégio de apontar, abaixar a cabeça e correr sem olhar para onde é o carneiro ou o bode.
Mas voltando ao nosso tema polêmico, eu sou um dos defensores que um desenvolvimento interno é muito melhor, pelos seguintes pontos:
- Consultoria nenhuma está alinhada com o negócio da empresa. Eles não conhecem o negócio e suas particularidades, mesmo que a empresa esteja trabalhando de forma errada. Imagine contratar uma empresa destas, se nem mesmo a organização que a está contratando, sabe o que quer. Alinhamento é algo básico para o bom andamento de um negócio
- Se o programa ou módulos apresentarem problemas, a equipe está lá para resolver, muitas vezes até de final de semana. Mas problemas podem ser diminuídos com planejamento da mudança. Com pressa, seja consultoria ou equipe interna, vai ter muito desastre
- Sua equipe é quem conhece a empresa
- Santo de casa faz milagre sim, inclusive se recomenta que eles estejam presentes, em processo de tornaround empresarial. Há literatura sobre o assunto, bem como dissertações em universidades federais
- A sua equipe está sempre pronta, para resolver problemas. Consultores, são caros, e nem sempre estão preocupados com os seus problemas
- Um ERP de peso pode sim dar uma alavancada no seu currículo, como um Oracle da vida, um SAP, um Datasul entre outros. Mas estamos falando do seu currículo ou da empresa? Ao mesmo tempo que há outros que colocam a inscrição RIP (Rest In Peace, descanse em paz) em seu cv, e você morre para o mercado
- Seja desenvolvimento interno ou externo, sua empresa precisará estar preparada para estas mudanças. Software não é Deus, e não faz milagre. Isso é um erro de pensamento básico, por partes das empresas. Deve se preparar para um mapeamento de seus processos, seu redesenho. Isso é básico e necessário. Quem for te vender software, seja ele interno ou externo, vai dizer que não precisa. Então não precisa mesmo, nem começe o projeto. Software não define processo, processo sim, define o software
- Usuários são treinados, e se não forem, terão uma equipe a postos para resolver seus problemas. Sim, uma implantação por empresas de nome no mercado, em termos de aquisição de um ERP, também faz um treinamento mais focado e rico. Mas isso tem seu preço
- Precisou mudar alguma coisa no software, sua equipe está lá para fazer. A consultoria não será tão rápida. E a sua hora de trabalho pode chegar tranquilamente aos 140 reais, e passar disso também
O único que ainda tem o privilégio de apontar, abaixar a cabeça e correr sem olhar para onde é o carneiro ou o bode.
Direto ao ponto - carreira
Faço o que quiser de minha carreira, quem manda nela sou eu, da mesma forma que quem manda na sua é você. Não tem empresa, não tem setor de RH, não tem os ditos caçadores de talento, ninguém. Você quem sabe onde quer chegar, se uma empresa vai permitir que você chegue ou não e, desta forma, cair fora dela o quanto antes. Se queres abrir um negócio próprio, trocar de área, enfim, você decide.
Claro, só não se pode abrir mão do profissionalismo, cumprir com suas atividades e responsabilidades. Ao mesmo tempo, saber que tudo tem uma vantagem e desvantagem, e abraçar realmente as responsabilidades, amores e dificuldades que terás pela tua escolha. Assuma seus atos
Claro, só não se pode abrir mão do profissionalismo, cumprir com suas atividades e responsabilidades. Ao mesmo tempo, saber que tudo tem uma vantagem e desvantagem, e abraçar realmente as responsabilidades, amores e dificuldades que terás pela tua escolha. Assuma seus atos
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Aprovação do software de gestão - ERPs - Parte 3.2
Ainda, falando sobre aprovação, há um processo que não pode deixar de ser analisado e exigido, por parte da empresa para com o fornecedor: gestão de projetos e, consequente pra ficar bem claro, uso e acompanhamento de cronograma.
É muito importante para a empresa que o projeto de implantação de um sistema ERP, seja acompanhado por um gestor de projetos, e muitas vezes, dois. Um por parte da empresa contratante e outro por parte do próprio fornecedor. Os dois serão sinérgicos, trabalhando em conjunto rumo ao mesmo objetivo.
Trabalhar com metodologia neste tipo de projeto, é importante, pois assim se sabe cada passo a ser tomado, qual o tempo de alocação dos usuários chaves, o tempo total de implantação e de cada atividade, quais serão as fases, controle de custos etc. Infelizmente muitos implantadores dizem trabalhar com projetos, mas na realidade, o cronograma é fraco, isso quando tem. Diz-se que um cronograma é fraco, com um escopo deficiente e que não reflete o esforço real de trabalho. Um cronograma sem vínculo entre as atividades, atividades com mais de 80 horas de trabalho (o que a torna ingerênciável) etc.
A empresa precisa saber o quanto de dinheiro investido já virou resultado, precisa saber quando o projeto vai acabar ou se vai acontecer algum problema e até mesmo, identificar riscos e mitigá-los. Esta é a função da gestão de projetos. Aliás, uma delas.
E não pense que a empresa está livre deste processo. Ela também deve ter um gestor de projetos, inclusive, a fase de seleção e aprovação, por exemplo, já devem estar presentes em um cronograma.
Sem planejamento e sem projeto, tudo tende a ir por água abaixo.
É muito importante para a empresa que o projeto de implantação de um sistema ERP, seja acompanhado por um gestor de projetos, e muitas vezes, dois. Um por parte da empresa contratante e outro por parte do próprio fornecedor. Os dois serão sinérgicos, trabalhando em conjunto rumo ao mesmo objetivo.
Trabalhar com metodologia neste tipo de projeto, é importante, pois assim se sabe cada passo a ser tomado, qual o tempo de alocação dos usuários chaves, o tempo total de implantação e de cada atividade, quais serão as fases, controle de custos etc. Infelizmente muitos implantadores dizem trabalhar com projetos, mas na realidade, o cronograma é fraco, isso quando tem. Diz-se que um cronograma é fraco, com um escopo deficiente e que não reflete o esforço real de trabalho. Um cronograma sem vínculo entre as atividades, atividades com mais de 80 horas de trabalho (o que a torna ingerênciável) etc.
A empresa precisa saber o quanto de dinheiro investido já virou resultado, precisa saber quando o projeto vai acabar ou se vai acontecer algum problema e até mesmo, identificar riscos e mitigá-los. Esta é a função da gestão de projetos. Aliás, uma delas.
E não pense que a empresa está livre deste processo. Ela também deve ter um gestor de projetos, inclusive, a fase de seleção e aprovação, por exemplo, já devem estar presentes em um cronograma.
Sem planejamento e sem projeto, tudo tende a ir por água abaixo.
Infra-estrutura para um sistema de gestão integrada - Parte 3.1
É, pensa que é somente software de gestão que vai custar caro? A infra-estrutura para ele entrar em produção e ter um tempo de resposta para cada requisição de negócio, aceitável, também tem seu preço. E aqui não vou passar uma cartilha, porque cada caso é um caso a ser analisado. Há empresas que tem uma boa estrutura, e o investimento será menor, há outras que precisam rever tudo.
Quando falamos de infra-estrutura, e dependendo do software a ser implantado, a empresa pode precisar do seguinte:
Por isso, tudo isso precisa ser previsto e todos estarem cientes, para evitar stress desnecessário.
Isso posto aqui, é vivência.
Quando falamos de infra-estrutura, e dependendo do software a ser implantado, a empresa pode precisar do seguinte:
- Servidores para produção, testes, homologação, desenvolvimento, tudo isso para o ERP
- Links de comunicação dedicados e contingenciados, ainda mais se ela tiver filiais que utilizam o sistema ou mesmo, estejam usando a partir de um data center. Se a comunicação parar, ninguém acessa o sistema. É simples o resultado
- Estrutrura de armazenamento de dados, normalmente storages
- Equipamentos e software para suporte a alta disponibilidade, ou seja, a priori o sistema não para nunca, ou sea parar, é por alguns minutos. Mas isso custa muito dinheiro, mas se o negócio é crítico, se paga. Lembre-se que a informação é ativo da empresa, e a sua perda é incalculável
- Estrutura física para o desenvolvimento do projeto
Por isso, tudo isso precisa ser previsto e todos estarem cientes, para evitar stress desnecessário.
Isso posto aqui, é vivência.
Aprovação do software de gestão - ERPs - Parte 3
Após o processo de seleção apresentado aqui, o grupo formado pelos usuários chaves (key users), gestores, stakeholders e afins, deverá se reunir para definir pela escolha definitiva do software de gestão, após as apresentações das empresas chamadas ao processo seletivo. Enfim, todo aquele pessoal que já citamos, de cada área da organização, deverá dar o seu parecer e assim, sair da reunião com uma definição em mãos. A área de tecnologia deve acompanhar o processo, com o objetivo de dar suporte a termos técnicos, expor sobre a necessidade de infra estrutura (aquisições ou não) e, colocar suas considerações técnicas, buscando sempre a aderência ao negócio, enfim, às estratégias da empresa. Por isso, ele precisa estar alinhada ao negócio da empresa.
Como escolher, após meses de apresentações e detalhes de todos os tipos? Mais uma vez, aquela lista que foi usada para cruzar necessidades de negócio x funcionalidade do software será usada. O ideal é fazer uma impressão dela, em tamanho grande, onde todos possam tirar suas dúvidas, no momento da reunião, mas antes enviá-la a cada participante, para que assim venha preparado para a reunião de decisão. Pode-se ainda, pontuar cada item de funcionalidade, dando pesos aos mesmos.
A escolha deve ocorrer pela empresa que mais atende ao negócio, naquele momento, mas que ao mesmo tempo, possa dar suporte ao negócio daqui 5 ou 10 anos, permita mudar configurações, ou seja, parametrizar, como se fosse o painel de controle do windows, com ajustes de cores etc. Claro, que para um ERP a coisa é mais complexa, mas isso é uma analogia, pois mudanças de parâmetros podem comprometer o negócio. Tomar cuidado com as customizações, já que estas indicam alteração física nos módulos do ERP ou criação de funcionalidades. Isso custa caro, demanda tempo, e isso precisa ser previsto pela empresa. Nada impede que, de comum acordo, isso esteja em contrato. O que é combinado, não sai caro, ok? Mas fica o aviso para ter atençaõ nestes pontos.
Além das funcionalidades, é bom ter claro, alguns outros aspectos que representam custos, que podem ser inesperados, virando assim, gastos:
O grupo presente, deverá assim, escolher a empresa a qual fará a implantação, bem como o software a ser implantado.
Daqui, o próximo passo é iniciar o processo de implantação, que também tem seus problemas, mas que podem ser minimizados.
Mas antes, vamos falar um pouco da infra-estrutura, em um próximo post.
Como escolher, após meses de apresentações e detalhes de todos os tipos? Mais uma vez, aquela lista que foi usada para cruzar necessidades de negócio x funcionalidade do software será usada. O ideal é fazer uma impressão dela, em tamanho grande, onde todos possam tirar suas dúvidas, no momento da reunião, mas antes enviá-la a cada participante, para que assim venha preparado para a reunião de decisão. Pode-se ainda, pontuar cada item de funcionalidade, dando pesos aos mesmos.
A escolha deve ocorrer pela empresa que mais atende ao negócio, naquele momento, mas que ao mesmo tempo, possa dar suporte ao negócio daqui 5 ou 10 anos, permita mudar configurações, ou seja, parametrizar, como se fosse o painel de controle do windows, com ajustes de cores etc. Claro, que para um ERP a coisa é mais complexa, mas isso é uma analogia, pois mudanças de parâmetros podem comprometer o negócio. Tomar cuidado com as customizações, já que estas indicam alteração física nos módulos do ERP ou criação de funcionalidades. Isso custa caro, demanda tempo, e isso precisa ser previsto pela empresa. Nada impede que, de comum acordo, isso esteja em contrato. O que é combinado, não sai caro, ok? Mas fica o aviso para ter atençaõ nestes pontos.
Além das funcionalidades, é bom ter claro, alguns outros aspectos que representam custos, que podem ser inesperados, virando assim, gastos:
- Saber se a empresa tem infra-estrutura de servidores, estações de trabalho, links para suporte ao sistema. Normalmente não tem, isso precisa ser definido, e dependendo do caso e necessidade, isso passa da casa dos milhões de reais
- Qual a forma de licença
- Quanto custa a manutenção anual do software? Ou ela é mensal?
- Quanto custa a mão de obra de um consultor, para customizações ou treinamentos avulsos?
- A empresa vai precisar contratar mais mão de obra para implantar o sistema ou mesmo, como usuário de apoio ao projeto
O grupo presente, deverá assim, escolher a empresa a qual fará a implantação, bem como o software a ser implantado.
Daqui, o próximo passo é iniciar o processo de implantação, que também tem seus problemas, mas que podem ser minimizados.
Mas antes, vamos falar um pouco da infra-estrutura, em um próximo post.
Assinar:
Postagens (Atom)


